REABILITAÇÃO INFANTIL APÓS NEUROCIRURGIA: ABORDAGENS CLÍNICAS E PERSPECTIVAS NO DESENVOLVIMENTO NEUROLÓGICO

Registro completo de metadados
MetadadosDescriçãoIdioma
Autor(es): dc.contributorNeurocenter Universitypt_BR
Autor(es): dc.contributor.authorArnez, Gladys-
Data de aceite: dc.date.accessioned2026-03-12T19:06:02Z-
Data de disponibilização: dc.date.available2026-03-12T19:06:02Z-
Data de envio: dc.date.issued2026-03-12-
Fonte completa do material: dc.identifierhttps://doi.org/10.5281/zenodo.18988377-
identificador: dc.identifier.otherARTIGOpt_BR
Fonte: dc.identifier.urihttp://educapes.capes.gov.br/handle/capes/1171916-
Resumo: dc.description.abstractA reabilitação infantil após neurocirurgia deve ser compreendida como parte integrante do tratamento neurocirúrgico, e não como etapa complementar. No período pós-operatório, crianças podem apresentar déficits motores, sensoriais, cognitivos, comunicativos, respiratórios e comportamentais, com impacto significativo na funcionalidade, na participação escolar e na vida social. Este artigo apresenta uma síntese narrativa baseada em busca estruturada da literatura científica recente, alinhada aos princípios do PRISMA-ScR, com o objetivo de integrar evidências sobre protocolos pós-operatórios, instrumentos de avaliação funcional pediátrica, intervenções terapêuticas e perspectivas de desenvolvimento neurológico após neurocirurgia. Os achados indicam que a reabilitação precoce, iniciada ainda em unidades de terapia intensiva ou enfermarias quando há estabilidade clínica, é factível, segura e associada à antecipação das intervenções terapêuticas. Instrumentos como Functional Status Scale, Richmond Agitation-Sedation Scale, Cornell Assessment of Pediatric Delirium, WeeFIM, PEDI-CAT e PedsQL demonstram utilidade para monitorização clínica, funcional e participativa ao longo do cuidado. Em condições como ataxia após ressecção de tumores de fossa posterior, síndrome do mutismo cerebelar, hidrocefalia, epilepsia cirúrgica e craniossinostose, a reabilitação exige abordagem interdisciplinar, longitudinal e centrada na família. Conclui-se que o prognóstico funcional e neurodesenvolvimental depende da articulação entre neurocirurgia, terapia intensiva, reabilitação, escola e rede de apoio, exigindo seguimento prolongado e estratégias individualizadas voltadas à autonomia, à qualidade de vida e à participação social da criança.pt_BR
Tamanho: dc.format.extent359KBpt_BR
Tipo de arquivo: dc.format.mimetypeTEXTOpt_BR
Idioma: dc.language.isopt_BRpt_BR
Direitos: dc.rightsAttribution-ShareAlike 3.0 Brazil*
Licença: dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-sa/3.0/br/*
Palavras-chave: dc.subjectreabilitação pediátrica; neurocirurgia infantil; desenvolvimento neurológico; avaliação funcional; cuidado interdisciplinar.pt_BR
Título: dc.titleREABILITAÇÃO INFANTIL APÓS NEUROCIRURGIA: ABORDAGENS CLÍNICAS E PERSPECTIVAS NO DESENVOLVIMENTO NEUROLÓGICOpt_BR
Tipo de arquivo: dc.typetextopt_BR
Aparece nas coleções:Textos

Não existem arquivos associados a este item.

Este item está licenciado sob uma Licença Creative Commons Creative Commons