Colecistite aguda alitiásica pós-traumática em adolescente: relato de caso

Registro completo de metadados
MetadadosDescriçãoIdioma
Autor(es): dc.contributorRCMOS - Revista Científica Multidisciplinar o Saberpt_BR
Autor(es): dc.contributor.authorThaine Fernandes Cabral, Brígida-
Autor(es): dc.contributor.authorCarlos Cavalcante Junior, Eneas-
Autor(es): dc.contributor.authorRocha da Silva, Lucas-
Autor(es): dc.contributor.authorMoreira Belas Torres, Joelma-
Autor(es): dc.contributor.authorPessoa de Oliveira, Larissa-
Autor(es): dc.contributor.authorTaketomi Rodrigues, Thiago-
Data de aceite: dc.date.accessioned2026-02-19T19:59:05Z-
Data de disponibilização: dc.date.available2026-02-19T19:59:05Z-
Data de envio: dc.date.issued2026-02-19-
Fonte completa do material: dc.identifierhttps://submissoesrevistacientificaosaber.com/index.php/rcmos/article/view/2071-
identificador: dc.identifier.otherColecistite_Aguda_Alitiasica_Pos_Traumatica_Adolescente_Relato_Caso_2026.pdfpt_BR
Fonte: dc.identifier.urihttp://educapes.capes.gov.br/handle/capes/1171348-
Resumo: dc.description.abstractIntrodução: A colecistite aguda alitiásica (CAA) corresponde a uma parcela minoritária dos casos de colecistite, porém associa-se a maior morbimortalidade, especialmente em apresentações atípicas. A forma pós-traumática está relacionada à isquemia, estase biliar e lesão direta da parede vesicular, podendo ser confundida com dor abdominal secundária ao trauma. Material e método: Relato de caso elaborado a partir da revisão de prontuário médico. Relato de caso: Adolescente de 15 anos, previamente hígida, apresentou dor abdominal progressiva após trauma contuso durante partida de futebol. Exames laboratoriais evidenciaram leucocitose, e exames de imagem mostraram achados compatíveis com colecistite aguda. Diante da piora clínica, foi realizada laparotomia exploradora, identificando-se ruptura do infundíbulo vesicular com extravasamento biliar. Procedeu-se à colecistectomia, lavagem da cavidade e drenagem, com evolução pós-operatória satisfatória. Discussão: A apresentação clínica inespecífica da CAA dificulta o diagnóstico precoce, aumentando o risco de complicações graves, como necrose e perfuração vesicular. Os métodos de imagem desempenham papel fundamental na suspeita diagnóstica, e a intervenção cirúrgica precoce é determinante nos casos complicados. Conclusão: Embora rara, a CAA pós-traumática deve ser considerada no diagnóstico diferencial de dor abdominal persistente após trauma abdominal, sendo o reconhecimento precoce e o manejo oportuno fundamentais para redução da morbimortalidade.pt_BR
Tamanho: dc.format.extent365 KBpt_BR
Tipo de arquivo: dc.format.mimetypePDFpt_BR
Idioma: dc.language.isopt_BRpt_BR
Direitos: dc.rightsAttribution-NonCommercial-ShareAlike 3.0 Brazil*
Licença: dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/3.0/br/*
Palavras-chave: dc.subjectColecistite Alitiásicapt_BR
Palavras-chave: dc.subjectTrauma Abdominalpt_BR
Palavras-chave: dc.subjectAdolescentept_BR
Palavras-chave: dc.subjectRuptura Vesicularpt_BR
Título: dc.titleColecistite aguda alitiásica pós-traumática em adolescente: relato de casopt_BR
Tipo de arquivo: dc.typetextopt_BR
Aparece nas coleções:Textos

Não existem arquivos associados a este item.

Este item está licenciado sob uma Licença Creative Commons Creative Commons