Percepção do risco de adoecimento musculoesquelético entre cuidadores de pessoas com transtorno do espectro autista

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Autor(es): dc.contributorRCMOS - Revista Científica Multidisciplinar o Saberpt_BR
Autor(es): dc.contributor.authorda Conceição Silva Machado, Gabriela-
Autor(es): dc.contributor.authorDavid Fernandes Santos, Ingredi-
Autor(es): dc.contributor.authorJosé Vilela, Maria-
Data de aceite: dc.date.accessioned2026-02-05T21:25:17Z-
Data de disponibilização: dc.date.available2026-02-05T21:25:17Z-
Data de envio: dc.date.issued2026-02-05-
Fonte completa do material: dc.identifierhttps://submissoesrevistacientificaosaber.com/index.php/rcmos/article/view/2016-
identificador: dc.identifier.otherpercepcao_risco_musculoesqueletico_cuidadores_tea.pdfpt_BR
Fonte: dc.identifier.urihttp://educapes.capes.gov.br/handle/capes/1134494-
Resumo: dc.description.abstractO cuidado contínuo de pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA) envolve demandas físicas persistentes que expõem cuidadores a elevado risco de adoecimento musculoesquelético. A forma como esses riscos são percebidos influencia o reconhecimento da dor, a adoção de estratégias preventivas e o autocuidado. Este estudo teve como objetivo analisar a percepção do risco de adoecimento musculoesquelético no contexto do cuidado de pessoas com TEA e suas implicações para a saúde do cuidador. Trata-se de uma revisão narrativa de literatura, de natureza qualitativa e abordagem descritivo-analítica, conduzida a partir de publicações entre 2010 e 2025, identificadas nas bases SciELO e Google Acadêmico, mediante o uso de descritores relacionados ao cuidado, TEA, distúrbios musculoesqueléticos e percepção de risco. Os achados indicam que a percepção de risco entre cuidadores é frequentemente limitada e construída de forma tardia, uma vez que dor e desconforto físico tendem a ser naturalizados como inerentes ao ato de cuidar. Fatores como repetição de esforços, ausência de orientação ergonômica e condicionantes socioculturais contribuem para a negligência de sinais iniciais de sobrecarga corporal. A imprevisibilidade das demandas comportamentais e a vigilância constante direcionam a atenção prioritariamente à pessoa cuidada, reduzindo a percepção dos próprios limites físicos. Conclui-se que a baixa percepção de risco constitui elemento central na manutenção e cronificação de agravos musculoesqueléticos evitáveis, evidenciando a necessidade de intervenções educativas e suporte institucional aos cuidadores.pt_BR
Tamanho: dc.format.extent573 KBpt_BR
Tipo de arquivo: dc.format.mimetypePDFpt_BR
Idioma: dc.language.isopt_BRpt_BR
Direitos: dc.rightsAttribution-NonCommercial-ShareAlike 3.0 Brazil*
Licença: dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/3.0/br/*
Palavras-chave: dc.subjectTranstorno do Espectro Autistapt_BR
Palavras-chave: dc.subjectCuidadorespt_BR
Palavras-chave: dc.subjectTranstornos Musculoesqueléticospt_BR
Palavras-chave: dc.subjectPercepção de Riscopt_BR
Título: dc.titlePercepção do risco de adoecimento musculoesquelético entre cuidadores de pessoas com transtorno do espectro autistapt_BR
Tipo de arquivo: dc.typetextopt_BR
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