Revisão narrativa: complicações graves decorrentes do acretismo placentário em útero sem cicatriz

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Autor(es): dc.contributorRCMOS - Revista Científica Multidisciplinar o Saberpt_BR
Autor(es): dc.contributor.authorPires Silva Filho, Leandro-
Autor(es): dc.contributor.authorCaroline Moreira, Rebeka-
Data de aceite: dc.date.accessioned2026-02-04T13:32:39Z-
Data de disponibilização: dc.date.available2026-02-04T13:32:39Z-
Data de envio: dc.date.issued2026-02-04-
Fonte completa do material: dc.identifierhttps://submissoesrevistacientificaosaber.com/index.php/rcmos/article/view/2003-
identificador: dc.identifier.otherrevisao_narrativa_acretismo_placentario_utero_sem_cicatriz.pdfpt_BR
Fonte: dc.identifier.urihttp://educapes.capes.gov.br/handle/capes/1134445-
Resumo: dc.description.abstractO espectro da placenta acreta (EPA) em úteros sem cicatriz constitui uma complicação obstétrica rara e potencialmente grave, cuja relevância clínica decorre da apresentação atípica e da capacidade de mimetizar emergências obstétricas e cirúrgicas comuns, favorecendo diagnósticos tardios e elevando a morbimortalidade materno-fetal. Esta revisão narrativa analisa relatos de caso e séries clínicas com o objetivo de discutir os desafios diagnósticos e terapêuticos associados ao acretismo placentário em pacientes sem fatores de risco clássicos. As manifestações clínicas mostram-se amplamente variáveis, podendo incluir quadro de abdome agudo cirúrgico, frequentemente confundido com apendicite ou ruptura de órgãos sólidos, bem como hemorragia obstétrica maciça e refratária no pós-parto, especialmente após tentativas de remoção manual de placenta retida. O diagnóstico é predominantemente incidental, embora a ultrassonografia pré-natal possa permitir a suspeição mesmo em gestantes consideradas de baixo risco. O manejo cirúrgico, baseado em estratégias de controle de danos, inclui frequentemente histerectomia ou cesariana de emergência, implicando perda definitiva da fertilidade. Os desfechos maternos são caracterizados pela necessidade de transfusão sanguínea maciça, enquanto os desfechos fetais associam-se principalmente à prematuridade. Conclui-se que a ampliação da suspeição clínica, aliada ao diagnóstico precoce e ao manejo individualizado em centros terciários especializados, é fundamental para a redução dos desfechos adversos dessa emergência obstétrica frequentemente subdiagnosticada.pt_BR
Tamanho: dc.format.extent411 KBpt_BR
Tipo de arquivo: dc.format.mimetypePDFpt_BR
Idioma: dc.language.isopt_BRpt_BR
Direitos: dc.rightsAttribution-NonCommercial-ShareAlike 3.0 Brazil*
Licença: dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/3.0/br/*
Palavras-chave: dc.subjectPlacenta Acretapt_BR
Palavras-chave: dc.subjectComplicações na Gravidezpt_BR
Palavras-chave: dc.subjectHemorragia Pós-Partopt_BR
Palavras-chave: dc.subjectDiagnóstico Pré-Natalpt_BR
Palavras-chave: dc.subjectEmergências Obstétricaspt_BR
Título: dc.titleRevisão narrativa: complicações graves decorrentes do acretismo placentário em útero sem cicatrizpt_BR
Tipo de arquivo: dc.typetextopt_BR
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