Análise da prevalência de câncer de colo de útero no Brasil e o impacto da vacinação contra o HPV (2014-2024)

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Autor(es): dc.contributorRCMOS - Revista Científica Multidisciplinar o Saberpt_BR
Autor(es): dc.contributor.authorPineli Chaveiro de Azevedo, Isabella-
Autor(es): dc.contributor.authorCaroline Moreira, Rebeka-
Data de aceite: dc.date.accessioned2026-02-04T13:18:59Z-
Data de disponibilização: dc.date.available2026-02-04T13:18:59Z-
Data de envio: dc.date.issued2026-02-04-
Fonte completa do material: dc.identifierhttps://submissoesrevistacientificaosaber.com/index.php/rcmos/article/view/2002-
identificador: dc.identifier.othercancer_colo_utero_brasil_impacto_vacinacao_hpv_2014_2024.pdfpt_BR
Fonte: dc.identifier.urihttp://educapes.capes.gov.br/handle/capes/1134443-
Resumo: dc.description.abstractO câncer do colo do útero constitui um relevante problema de saúde pública no Brasil, figurando entre os tipos de câncer mais incidentes e letais entre mulheres. A principal estratégia de prevenção primária é a vacinação contra o Papilomavírus Humano (HPV), incorporada ao Programa Nacional de Imunizações (PNI) em 2014. Este estudo teve como objetivo analisar a prevalência e a mortalidade por câncer do colo do útero no Brasil no período de 2014 a 2024, bem como avaliar o impacto epidemiológico da vacinação contra o HPV. Trata-se de um estudo ecológico, com análise estatística de dados secundários provenientes do Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde (DATASUS) e do Instituto Nacional de Câncer (INCA), complementado por revisão da literatura científica sobre vacinação contra o HPV. Os resultados apontam tendência de redução da mortalidade a partir de 2017, aproximadamente três anos após a introdução da vacina no calendário nacional. Entretanto, a análise de correlação não demonstrou associação estatisticamente significativa entre a cobertura vacinal e a redução da mortalidade no período analisado, possivelmente em razão do longo tempo de latência da doença, da influência de fatores socioeconômicos e das desigualdades regionais no acesso à vacinação e ao rastreamento. Observou-se ainda que a cobertura vacinal contra o HPV permanece abaixo da meta de 80% recomendada pela Organização Mundial da Saúde, com expressiva heterogeneidade entre as regiões brasileiras. Conclui-se que, embora haja indícios de impacto positivo da vacinação na redução da mortalidade, são necessários esforços contínuos para ampliar a cobertura vacinal, reduzir desigualdades regionais e fortalecer as estratégias de rastreamento, visando ao alcance das metas de eliminação do câncer do colo do útero no Brasil.pt_BR
Tamanho: dc.format.extent519 KBpt_BR
Tipo de arquivo: dc.format.mimetypePDFpt_BR
Idioma: dc.language.isopt_BRpt_BR
Direitos: dc.rightsAttribution-NonCommercial-ShareAlike 3.0 Brazil*
Licença: dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/3.0/br/*
Palavras-chave: dc.subjectCâncer do colo do úteropt_BR
Palavras-chave: dc.subjectPapilomavírus humanopt_BR
Palavras-chave: dc.subjectVacinaçãopt_BR
Palavras-chave: dc.subjectMortalidadept_BR
Título: dc.titleAnálise da prevalência de câncer de colo de útero no Brasil e o impacto da vacinação contra o HPV (2014-2024)pt_BR
Tipo de arquivo: dc.typetextopt_BR
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