Bexiga hiperativa e disfunção sexual feminina: avaliação pelo FSFI e impactos psicossociais na qualidade de vida

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Autor(es): dc.contributorRCMOS - Revista Científica Multidisciplinar o Saberpt_BR
Autor(es): dc.contributor.authorRibeiro Mascarenhas Ferro, Isabela-
Autor(es): dc.contributor.authorMendes Frazão, Odílio-
Data de aceite: dc.date.accessioned2026-02-04T13:10:46Z-
Data de disponibilização: dc.date.available2026-02-04T13:10:46Z-
Data de envio: dc.date.issued2026-02-04-
Fonte completa do material: dc.identifierhttps://submissoesrevistacientificaosaber.com/index.php/rcmos/article/view/2001-
identificador: dc.identifier.otherbexiga_hiperativa_disfuncao_sexual_feminina_fsfi.pdfpt_BR
Fonte: dc.identifier.urihttp://educapes.capes.gov.br/handle/capes/1134442-
Resumo: dc.description.abstractEste estudo teve como objetivo analisar o impacto da Síndrome da Bexiga Hiperativa (Overactive Bladder – OAB) na sexualidade feminina por meio de uma revisão da literatura. A OAB é uma condição clínica caracterizada pela presença de urgência urinária, geralmente associada ao aumento da frequência miccional e à noctúria, com ou sem incontinência urinária de urgência, na ausência de infecção do trato urinário ou outra patologia identificável. Trata-se de uma condição crônica e altamente prevalente, acometendo entre 12,8% e 31,3% das mulheres adultas, com prevalência estimada de 16,6% na população europeia e 16,9% nos Estados Unidos. A saúde sexual feminina constitui um componente essencial da qualidade de vida, englobando aspectos somáticos, emocionais, psicológicos e sociais, sendo a Disfunção Sexual Feminina (DSF) observada em aproximadamente 43% das mulheres, tendo o baixo desejo sexual como a queixa mais frequente. Evidências da literatura demonstram que mulheres com OAB apresentam função sexual significativamente comprometida quando comparadas a controles saudáveis, com escores reduzidos no Female Sexual Function Index (FSFI) em todos os seus domínios, incluindo desejo, excitação, lubrificação, orgasmo, satisfação e dor. Fatores como o medo de perda urinária e a imprevisibilidade da urgência miccional contribuem para sintomas de ansiedade, redução da autoconfiança e diminuição da frequência sexual. Estudos também indicam que o tratamento da OAB, por meio de farmacoterapia, treinamento dos músculos do assoalho pélvico e procedimentos minimamente invasivos, está associado à melhora da função sexual, sem efeitos adversos significativos. Conclui-se que a OAB constitui um fator de risco independente para a disfunção sexual feminina, ressaltando a importância da avaliação sistemática da saúde sexual no manejo clínico dessas pacientes, com vistas à otimização da qualidade de vida.pt_BR
Tamanho: dc.format.extent456 KBpt_BR
Tipo de arquivo: dc.format.mimetypePDFpt_BR
Idioma: dc.language.isopt_BRpt_BR
Direitos: dc.rightsAttribution-NonCommercial-ShareAlike 3.0 Brazil*
Licença: dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/3.0/br/*
Palavras-chave: dc.subjectBexiga hiperativapt_BR
Palavras-chave: dc.subjectDisfunção sexual femininapt_BR
Palavras-chave: dc.subjectQualidade de vidapt_BR
Palavras-chave: dc.subjectSaúde sexualpt_BR
Título: dc.titleBexiga hiperativa e disfunção sexual feminina: avaliação pelo FSFI e impactos psicossociais na qualidade de vidapt_BR
Tipo de arquivo: dc.typetextopt_BR
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