Prevalência e fatores associados à síndrome de burnout em médicos

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Autor(es): dc.contributorRCMOS - Revista Científica Multidisciplinar o Saberpt_BR
Autor(es): dc.contributor.authorBatista Brighenti dos Santos, Aline-
Data de aceite: dc.date.accessioned2026-02-04T12:26:03Z-
Data de disponibilização: dc.date.available2026-02-04T12:26:03Z-
Data de envio: dc.date.issued2026-02-04-
Fonte completa do material: dc.identifierhttps://submissoesrevistacientificaosaber.com/index.php/rcmos/article/view/1990-
identificador: dc.identifier.otherburnout_medicos_prevalencia_fatores_associados.pdfpt_BR
Fonte: dc.identifier.urihttp://educapes.capes.gov.br/handle/capes/1134436-
Resumo: dc.description.abstractA síndrome de burnout é uma condição psicossocial caracterizada por exaustão emocional, despersonalização e baixa realização pessoal, frequentemente observada entre médicos em razão da elevada carga de trabalho e da intensa demanda emocional associada à prática profissional. Esta revisão integrativa teve como objetivo analisar a prevalência e os fatores associados à síndrome de burnout em médicos, considerando aspectos ocupacionais, individuais e contextuais. A busca sistemática foi realizada nas bases de dados PubMed e Biblioteca Virtual em Saúde (BVS), utilizando descritores do MeSH combinados por operadores booleanos. Foram incluídos estudos publicados em português e inglês que apresentassem dados empíricos sobre burnout em médicos em atividade profissional ou em programas de residência médica. Os resultados apontam alta prevalência da síndrome, variando entre 18% e 59,4%, com maior incidência entre profissionais jovens, do sexo feminino e atuantes em ambientes de alta complexidade, como unidades de terapia intensiva. Entre os principais fatores de risco identificam-se longas jornadas de trabalho, excesso de plantões, privação de sono e insuficiência de suporte institucional. Em contrapartida, fatores protetores incluem apoio social, estratégias adaptativas de enfrentamento, satisfação profissional e práticas de autocuidado. Além do impacto sobre a saúde mental, o burnout associa-se à redução da satisfação profissional, aumento da rotatividade e maior risco de erros médicos, especialmente em contextos críticos, como a pandemia de COVID-19. Conclui-se que o burnout em médicos constitui um importante problema de saúde ocupacional, demandando políticas institucionais, programas de apoio psicológico e estratégias preventivas voltadas à promoção do bem-estar, da resiliência e da qualidade da prática médica.pt_BR
Tamanho: dc.format.extent254 KBpt_BR
Tipo de arquivo: dc.format.mimetypePDFpt_BR
Idioma: dc.language.isopt_BRpt_BR
Direitos: dc.rightsAttribution-NonCommercial-ShareAlike 3.0 Brazil*
Licença: dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/3.0/br/*
Palavras-chave: dc.subjectSíndrome de burnoutpt_BR
Palavras-chave: dc.subjectMédicospt_BR
Palavras-chave: dc.subjectSaúde ocupacionalpt_BR
Palavras-chave: dc.subjectEsgotamento profissionalpt_BR
Título: dc.titlePrevalência e fatores associados à síndrome de burnout em médicospt_BR
Tipo de arquivo: dc.typetextopt_BR
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