Alimentos ultraprocessados e sua relação com o desenvolvimento de doenças crônicas não transmissíveis em crianças em idade escolar e adolescentes: uma revisão integrativa

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MetadadosDescriçãoIdioma
Autor(es): dc.contributorRCMOS - Revista Científica Multidisciplinar o Saberpt_BR
Autor(es): dc.contributor.authorBispo Nascimento dos Santos, Amanda-
Autor(es): dc.contributor.authorMalinovski, Juliana-
Autor(es): dc.contributor.authorArielle Carvalho Barreto, Káren-
Data de aceite: dc.date.accessioned2026-01-23T18:44:39Z-
Data de disponibilização: dc.date.available2026-01-23T18:44:39Z-
Data de envio: dc.date.issued2026-01-23-
Fonte completa do material: dc.identifierhttps://submissoesrevistacientificaosaber.com/index.php/rcmos/article/view/1961-
identificador: dc.identifier.otherAlimentos_Ultraprocessados_DCNT_Criancas_Adolescentes.pdfpt_BR
Fonte: dc.identifier.urihttp://educapes.capes.gov.br/handle/capes/1134235-
Resumo: dc.description.abstractIntrodução: O consumo de alimentos ultraprocessados (AUP) tem aumentado de forma expressiva entre crianças e adolescentes, impulsionado pela industrialização do sistema alimentar, pela ampla disponibilidade desses produtos e pela influência do marketing direcionado ao público jovem. Segundo a classificação NOVA, os AUP caracterizam-se por elevada densidade energética, altos teores de açúcares, gorduras saturadas, sódio e aditivos, além de baixo valor nutricional, estando associados ao desenvolvimento precoce de fatores de risco cardiometabólicos e de doenças crônicas não transmissíveis (DCNT). Objetivo: Analisar as evidências científicas recentes sobre a relação entre o consumo de alimentos ultraprocessados e o desenvolvimento de DCNT ou fatores de risco cardiometabólicos em crianças em idade escolar e adolescentes. Metodologia: Trata-se de uma revisão integrativa da literatura, de caráter descritivo e exploratório, abrangendo estudos publicados entre 2021 e 2025. As buscas foram realizadas nas bases PubMed, SciELO e Periódicos CAPES, utilizando descritores em português e inglês relacionados a alimentos ultraprocessados, crianças, adolescentes e DCNT. Resultados: Os estudos analisados demonstram associação consistente entre maior consumo de AUP e desfechos cardiometabólicos desfavoráveis, incluindo excesso de peso, obesidade abdominal, aumento da circunferência da cintura, dislipidemias, resistência à insulina e alterações inflamatórias. Evidenciou-se ainda maior consumo desses produtos entre populações em situação de vulnerabilidade socioeconômica, bem como associação com comportamentos sedentários e pior bem-estar psicossocial. Conclusão: Conclui-se que o consumo frequente de alimentos ultraprocessados constitui um importante fator de risco modificável para crianças e adolescentes. A exposição precoce a esse padrão alimentar compromete o estado nutricional e aumenta a probabilidade de desenvolvimento futuro de DCNT, reforçando a necessidade de estratégias preventivas intersetoriais envolvendo família, escola e serviços de saúde.pt_BR
Tamanho: dc.format.extent642 KBpt_BR
Tipo de arquivo: dc.format.mimetypePDFpt_BR
Idioma: dc.language.isopt_BRpt_BR
Direitos: dc.rightsAttribution-NonCommercial-ShareAlike 3.0 Brazil*
Licença: dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/3.0/br/*
Palavras-chave: dc.subjectAlimentos ultraprocessadospt_BR
Palavras-chave: dc.subjectDoenças crônicas não transmissíveispt_BR
Palavras-chave: dc.subjectCrianças e adolescentespt_BR
Palavras-chave: dc.subjectHábitos alimentarespt_BR
Título: dc.titleAlimentos ultraprocessados e sua relação com o desenvolvimento de doenças crônicas não transmissíveis em crianças em idade escolar e adolescentes: uma revisão integrativapt_BR
Tipo de arquivo: dc.typetextopt_BR
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