A atuação do primeiro interventor da Polícia Militar do Amazonas em crises com bombas: limites legais, segurança e preservação de vidas

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Autor(es): dc.contributorRCMOS - Revista Científica Multidisciplinar o Saberpt_BR
Autor(es): dc.contributor.authorMax dos Santos Silva, Alan-
Autor(es): dc.contributor.authorDias Teixeira Neto, Eurico-
Autor(es): dc.contributor.authorTravessa Guedes, Marcelo-
Autor(es): dc.contributor.authorDiego de Almeida Monteiro, Tulio-
Autor(es): dc.contributor.authorRegina Delgado Vieira Barboza, Keila-
Autor(es): dc.contributor.authorVictor Andrade Sales, Paulo-
Data de aceite: dc.date.accessioned2026-01-23T21:23:30Z-
Data de disponibilização: dc.date.available2026-01-23T21:23:30Z-
Data de envio: dc.date.issued2026-01-23-
Fonte completa do material: dc.identifierhttps://submissoesrevistacientificaosaber.com/index.php/rcmos/article/view/1973-
identificador: dc.identifier.otheratuacao_primeiro_interventor_pmam_artefatos_explosivos.pdfpt_BR
Fonte: dc.identifier.urihttp://educapes.capes.gov.br/handle/capes/1134220-
Resumo: dc.description.abstractO presente artigo analisa a atuação do primeiro interventor em crises envolvendo artefatos explosivos no âmbito da Polícia Militar do Amazonas, com ênfase nas responsabilidades funcionais, nos limites legais e nos procedimentos de segurança que orientam a primeira resposta operacional. A pesquisa adota abordagem qualitativa, de caráter bibliográfico e documental, fundamentada na análise da legislação federal e estadual, dos manuais operacionais da PMAM e de protocolos internacionais de referência, como os do National Institute of Justice (NIJ), da Federal Emergency Management Agency (FEMA) e da Interpol. Os resultados evidenciam convergência consistente entre os marcos normativos analisados e a doutrina institucional vigente, indicando que a atuação do primeiro interventor deve restringir-se às ações iniciais de reconhecimento visual, isolamento da área, comunicação e preservação do local, sendo expressamente vedada qualquer intervenção técnica direta sobre o artefato. Constatou-se que a preservação da vida constitui o princípio estruturante das decisões operacionais, orientando a definição de perímetros de segurança, a evacuação de pessoas e o acionamento de equipes especializadas. A análise demonstra ainda que o desempenho adequado dessa função depende de capacitação contínua, com ênfase no domínio de protocolos, no desenvolvimento de habilidades perceptivas e na compreensão dos limites legais impostos pela Constituição Federal e pelo ordenamento penal. Por fim, identifica-se a necessidade de maior padronização nacional dos procedimentos de primeira resposta, considerando a heterogeneidade normativa entre os estados, a fim de ampliar a previsibilidade, a segurança jurídica e a eficácia operacional em cenários críticos envolvendo artefatos explosivos.pt_BR
Tamanho: dc.format.extent1,08 MBpt_BR
Tipo de arquivo: dc.format.mimetypePDFpt_BR
Idioma: dc.language.isopt_BRpt_BR
Direitos: dc.rightsAttribution-NonCommercial-ShareAlike 3.0 Brazil*
Licença: dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/3.0/br/*
Palavras-chave: dc.subjectGestão de Crisespt_BR
Palavras-chave: dc.subjectArtefatos Explosivospt_BR
Palavras-chave: dc.subjectAtuação Policialpt_BR
Palavras-chave: dc.subjectPreservação da Vidapt_BR
Título: dc.titleA atuação do primeiro interventor da Polícia Militar do Amazonas em crises com bombas: limites legais, segurança e preservação de vidaspt_BR
Tipo de arquivo: dc.typetextopt_BR
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