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| Metadados | Descrição | Idioma |
|---|---|---|
| Autor(es): dc.contributor | Instituto Federal Sul-rio-grandense | pt_BR |
| Autor(es): dc.contributor.author | Róger Albernaz De Araujo | - |
| Data de aceite: dc.date.accessioned | 2026-01-22T16:18:26Z | - |
| Data de disponibilização: dc.date.available | 2026-01-22T16:18:26Z | - |
| Data de envio: dc.date.issued | 2025-11-17 | - |
| identificador: dc.identifier.other | Configuração Máquina Abstrata | pt_BR |
| Fonte: dc.identifier.uri | http://educapes.capes.gov.br/handle/capes/1134200 | - |
| Resumo: dc.description.abstract | O Mapa de Configuração de uma Máquina Abstrata, propõe uma análise filosófica sobre a dinâmica entre os regimes de Representação (Consistência), Potencial (Imanência) e os processos de Singularização (Insistência). A partir de um mapa conceitual, buscamos compreender como esses polos se articulam na produção da diferença, da subjetividade e da invenção. O regime do UNO (centro de significações) e da extensividade, associado ao capitalismo e ao meio consistente, representa a busca pela ordem e controle. Neste polo, o tempo e o espaço são organizados pela continuidade e simultaneidade, e o saber-poder se manifesta através de sistemas de conhecimento baseados em constantes. O regime de signos privilegia o significado, com imagens e estruturas que reforçam a identidade e a representação. Assim, o UNO consistente funciona como centro de captura, estabilizando fluxos e delimitando formas de vida. Exemplo: Uma fábrica ou uma cidade planejada ilustram como o território busca conter e organizar o caos dos movimentos sociais, reforçando a lógica da representação. O Polo da Criação e da Imanência Em oposição ao polo da consistência, o FORA e o potencial de invenção-criação da intensidade representam o campo do impensado, das multiplicidades e da imanência. O tempo é vivido em seu devir, e o espaço potencial se abre para a emergência de novas possibilidades. As matérias intensivas e subjetivas expressam multiplicidades singulares, e a esquizofrenia surge como linha de experimentação e desterritorialização, rompendo com as estruturas normativas. Exemplo: Um quadro abstrato, com pinceladas intensas e sobrepostas, sugere a emergência de novas formas e sentidos, ilustrando o campo da imanência. A Ética da Ruptura: Linhas de Fuga As linhas de fuga são movimentos de ruptura que se afirmam na tensão com o UNO. Elas produzem potência de singularização, instaurando um ritmo insistente e imanente. A ética, nesse contexto, é entendida como forma de vida que afirma a diferença, resistindo às políticas de cura e normalização impostas pelo regime da representação. A política de saúde, por sua vez, investe na singularização como prática de invenção e criação. Exemplo: Um coletivo artístico que rejeita padrões estéticos dominantes e cria novas formas de expressão, afirmando sua diferença e produzindo novas subjetividades. Desdobramentos Conceituais Território, Centro e Caos: O território representa estruturas de organização e controle, enquanto o caos é fonte de invenção e transformação. Subjetividades e Singularidades: As subjetividades são formadas por forças sociais, políticas e afetivas, enquanto as singularidades afirmam a diferença como potência criativa. Codificação, Decodificação e Agenciamentos: A codificação organiza fluxos e sentidos, enquanto a decodificação rompe estruturas e abre espaço para novas conexões. Os agenciamentos articulam relações heterogêneas na produção da realidade. Potencial, Atual e Virtual: O potencial refere-se ao campo das possibilidades, o atual ao que se concretizou, e o virtual ao espaço intensivo de singularidades em trânsito. Resistência, Linhas de Fuga e Singularização: A resistência se manifesta nas linhas de fuga, que escapam ao controle e criam novas possibilidades de existência e expressão. A singularização é o processo ético de afirmação da diferença. Considerações Finais O Mapa de Configuração de uma Máquina Abstrata, propõe uma análise filosófica sobre a dinâmica entre os regimes de Representação (Consistência), Potencial (Imanência) e os processos de Singularização (Insistência). A partir de um mapa conceitual, buscamos compreender como esses polos se articulam na produção da diferença, da subjetividade e da invenção. O regime do UNO (centro de significações) e da extensividade, associado ao capitalismo e ao meio consistente, representa a busca pela ordem e controle. Neste polo, o tempo e o espaço são organizados pela continuidade e simultaneidade, e o saber-poder se manifestar através de sistemas de conhecimento baseados em constantes. O regime de signos privilegia o significado, com imagens e estruturas que reforçam a identidade e a representação. Assim, o UNO (consistente) funciona como centro de captura, estabilizando fluxos e delimitando formas de vida. Na tensão com o polo da consistência, o FORA funciona como potencial de invenção-criação das intensidades, funcionando como o campo do ainda impensado, das multiplicidades e da imanência. O tempo é vivido em seu devir, e o espaço potencial se abre para a emergência de novas possibilidades. As matérias intensivas e subjetivas expressam multiplicidades singulares, e a esquizofrenia surge como linha de experimentação e de desterritorialização, rompendo com as estruturas normativas. As linhas de fuga acontecem como movimentos de ruptura que se afirmam na tensão com o UNO. Elas produzem potência de singularização, instaurando um ritmo insistente e imanente. A ética, nesse contexto, é entendida como forma de vida que afirma a diferença, resistindo às políticas de cura e normalização impostas pelo regime da representação. Isso produz uma política de saúde, que investe na singularização como prática de invenção-criação. Como desdobramento destas relações, temos uma tríplice implicação: Território, Centro e Caos: O território abriga as estruturas de organização e controle (meio instituído), enquanto o caos constitui-se como espaço de obtenção de matérias de intensidade (multiplicidades), partícipes potenciais de processos de invenção-criação. Processos de Subjetivação e Singularização, que podem produzir subjetividades e singularidades: As subjetividades constituídas por forças sociais, políticas e afetivas (posições de sujeito), enquanto as singularidades tensionando a diferença como potência de invenção-criação de novas posições de sujeito. Um processo que funciona por Codificação, Descodificação e Agenciamentos: a codificação organiza fluxos e sentidos, produzindo discursos e narrativas, enquanto a descodificação rompe estruturas e abre espaço para novas conexões. Ou seja, novos discursos e narrativas (sentidos). Os agenciamentos potencializam conexões, que articulam relações heterogêneas na produção da realidade (acontecimentos). Potencial e Atual (transitivização). O potencial refere-se ao campo das possibilidades, o atual ao que se concretizou. Entre o potencial e o atual, funciona o tensor (insistente) que, recursivamente toca um espaço intensivo de singularidades, produzindo um espaço ético (cuidado) de subjetividades. Resistência, Linhas de Fuga e Singularização: A resistência se manifesta nas linhas de fuga, que escapam ao controle e criam novas possibilidades de existência e de expressão. A singularização é o processo ético de afirmação da diferença. A filosofia da diferença, articulada pelos conceitos de consistência, imanência e insistência, oferece um quadro dinâmico para compreender a produção contínua da realidade, envolta por entre matérias de subjetividade e de conhecimento. Ao potencializar a multiplicidade, a experimentação e a resistência, este modo de funcionamento (método) provoca a problematização das relações de saber-poder, a partir de perspectivas recursivas de produção de questionamentos (procedimentos), inferindo nas relações instituídas e instituintes de um território (meio). Isso configura uma Máquina Abstrata que transcende a relação da produção de sentido (pensamento), apostando nas possibilidades de produção de sensações (sensamentos) | pt_BR |
| Tamanho: dc.format.extent | 171KB | pt_BR |
| Tipo de arquivo: dc.format.mimetype | pt_BR | |
| Idioma: dc.language.iso | pt_BR | pt_BR |
| Direitos: dc.rights | Attribution-NonCommercial-ShareAlike 3.0 Brazil | * |
| Licença: dc.rights.uri | http://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/3.0/br/ | * |
| Palavras-chave: dc.subject | educação | pt_BR |
| Palavras-chave: dc.subject | maquinatório | pt_BR |
| Palavras-chave: dc.subject | pensamento | pt_BR |
| Palavras-chave: dc.subject | sensamento | pt_BR |
| Palavras-chave: dc.subject | diferença | pt_BR |
| Título: dc.title | Mapa de Configuração de uma Máquina Abstrata | pt_BR |
| Tipo de arquivo: dc.type | mapa | pt_BR |
| Curso: dc.subject.course | Programa de Pós-graduação em Educação - Mestrado e Doutorado Profissional em Educação e Tecnologia | pt_BR |
| Área de Conhecimento: dc.subject.discipline | Método Maquinatório de Pesquisa | pt_BR |
| Aparece nas coleções: | Mapas | |
| Arquivos associados: | ||||
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| Configuração Máquina Abstrata.pdf | 170,02 kB | Adobe PDF | /bitstream/capes/1134200/2/Configuração Máquina Abstrata.pdfDownload |
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