O Plano Nacional Pena Justa em Face das Regulamentações Penitenciárias do Estado de Goiás

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Autor(es): dc.contributorRCMOS - Revista Científica Multidisciplinar o Saberpt_BR
Autor(es): dc.contributor.authorAlves de Moraes, Rodrigo-
Autor(es): dc.contributor.authorPires Nicolau do Nascimento, Josimar-
Data de aceite: dc.date.accessioned2026-01-15T21:39:34Z-
Data de disponibilização: dc.date.available2026-01-15T21:39:34Z-
Data de envio: dc.date.issued2026-01-15-
Fonte completa do material: dc.identifierhttps://submissoesrevistacientificaosaber.com/index.php/rcmos/article/view/1942-
identificador: dc.identifier.otherO_Plano_Nacional_Pena_Justa_em_Face_das_Regulamentacoes_Penitenciarias_do_Estado_de_Goias.pdfpt_BR
Fonte: dc.identifier.urihttp://educapes.capes.gov.br/handle/capes/1134085-
Resumo: dc.description.abstractO sistema penitenciário brasileiro tem sido reconhecido pelo Supremo Tribunal Federal como marcado por um estado de coisas inconstitucional, o que impõe a formulação de respostas institucionais articuladas e estruturais. Nesse contexto, o presente artigo analisa criticamente as diretrizes do Plano Nacional Pena Justa (PNPJ) em cotejo com as políticas penitenciárias já implementadas e os resultados obtidos pela Polícia Penal de Goiás (PPGO) no período de 2018 a 2024. O estudo tem por objetivo identificar convergências e divergências entre os modelos, bem como avaliar os riscos que a adoção integral do PNPJ pode representar à autonomia da gestão penitenciária estadual e ao controle carcerário consolidado no sistema goiano. Metodologicamente, adota-se uma abordagem quali-quantitativa, combinando análise documental de legislações e relatórios oficiais com a coleta de dados primários, realizada por meio de questionários aplicados a quinze integrantes do Grupo de Trabalho responsável pela implementação do Plano Estadual Pena Justa em Goiás. Os resultados evidenciam elevada convergência normativa (94%) entre as metas do PNPJ e as regulamentações estaduais vigentes. Todavia, as divergências remanescentes (6%) concentram-se, sobretudo, na padronização nacional dos procedimentos de transferência de pessoas privadas de liberdade, prevista na Resolução nº 404/2021 do Conselho Nacional de Justiça. Tal padronização tensiona a autonomia administrativa conferida à PPGO pela Lei nº 19.962/2018, especialmente no que se refere à gestão de vagas e à movimentação prisional, elementos que se mostraram centrais para o controle carcerário e para a expressiva redução dos índices de criminalidade em Goiás, posicionando o estado entre os cinco com maior diminuição da violência no período analisado. Conclui-se que a imposição de modelos normativos uniformizados, dissociados das especificidades e das experiências estaduais exitosas, pode comprometer avanços institucionais relevantes no controle prisional e no enfrentamento ao crime organizado.pt_BR
Tamanho: dc.format.extent3,19 MBpt_BR
Tipo de arquivo: dc.format.mimetypePDFpt_BR
Idioma: dc.language.isopt_BRpt_BR
Direitos: dc.rightsAttribution-NonCommercial-ShareAlike 3.0 Brazil*
Licença: dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/3.0/br/*
Palavras-chave: dc.subjectPolítica penitenciáriapt_BR
Palavras-chave: dc.subjectPolítica penitenciáriapt_BR
Palavras-chave: dc.subjectAutonomia federativapt_BR
Palavras-chave: dc.subjectSistema prisionalpt_BR
Título: dc.titleO Plano Nacional Pena Justa em Face das Regulamentações Penitenciárias do Estado de Goiáspt_BR
Tipo de arquivo: dc.typetextopt_BR
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