Patologias mais frequentes em uma UTI neonatal no Norte catarinense

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Autor(es): dc.contributorRCMOS - Revista Científica Multidisciplinar o Saberpt_BR
Autor(es): dc.contributor.authorda Silva Borges, Kathrein-
Autor(es): dc.contributor.authorBernadette de Carvalho Alcântara, Sarah-
Data de aceite: dc.date.accessioned2026-01-07T20:48:24Z-
Data de disponibilização: dc.date.available2026-01-07T20:48:24Z-
Data de envio: dc.date.issued2026-01-07-
Fonte completa do material: dc.identifierhttps://submissoesrevistacientificaosaber.com/index.php/rcmos/article/view/1917-
identificador: dc.identifier.otherPerfil epidemiológico neonatalpt_BR
Fonte: dc.identifier.urihttp://educapes.capes.gov.br/handle/capes/1133953-
Resumo: dc.description.abstractA Unidade de Terapia Intensiva Neonatal (UTIN) é um serviço especializado destinado à assistência de recém-nascidos em estado crítico ou potencialmente grave. A compreensão do perfil clínico dos neonatos internados, a partir da análise sistemática de dados, constitui um instrumento relevante para o planejamento de ações assistenciais e para a redução da morbimortalidade neonatal. Nesse contexto, o presente estudo teve como objetivo analisar as principais patologias registradas como diagnósticos dos recém-nascidos internados em uma UTIN de uma maternidade localizada no Norte catarinense, no período de janeiro de 2020 a julho de 2022, estabelecendo um comparativo com a literatura científica brasileira. Trata-se de uma pesquisa retrospectiva, de abordagem quantitativa, realizada por meio de amostragem simples, com dados coletados a partir do banco de dados institucional da maternidade. Os critérios de inclusão contemplaram todos os neonatos internados na UTIN durante o período analisado. A amostra foi composta por 307 recém-nascidos, distribuídos entre neonatos nascidos a termo e prematuros. Entre os neonatos nascidos a termo, observou-se que 37% apresentaram diagnóstico de síndrome respiratória aguda e 11% foram internados em decorrência de aspiração de mecônio, configurando-se como as principais causas de internação nesse grupo. Já entre os neonatos prematuros, verificou-se que 56% foram internados exclusivamente em função da prematuridade, enquanto 35% apresentaram síndrome respiratória aguda associada à prematuridade. Os resultados evidenciam similaridade com dados de maternidades de diferentes regiões do Brasil, que apontam a prematuridade e as patologias a ela associadas como as principais causas de internação em UTIN. Diante desse cenário, destaca-se a importância da análise epidemiológica das patologias neonatais, uma vez que o conhecimento aprofundado desses perfis pode subsidiar estratégias de prevenção, qualificação da assistência e melhoria dos desfechos em saúde neonatal e materna. Estudos dessa natureza contribuem, portanto, para a transformação das práticas assistenciais e para o fortalecimento das políticas de cuidado em saúde perinatal.pt_BR
Tamanho: dc.format.extent710 KBpt_BR
Tipo de arquivo: dc.format.mimetypePDFpt_BR
Idioma: dc.language.isopt_BRpt_BR
Direitos: dc.rightsAttribution-NonCommercial-ShareAlike 3.0 Brazil*
Licença: dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/3.0/br/*
Palavras-chave: dc.subjectUnidade de Terapia Intensiva Neonatalpt_BR
Palavras-chave: dc.subjectPrematuridadept_BR
Palavras-chave: dc.subjectPatologias Neonataispt_BR
Palavras-chave: dc.subjectMorbimortalidade Neonatalpt_BR
Título: dc.titlePatologias mais frequentes em uma UTI neonatal no Norte catarinensept_BR
Tipo de arquivo: dc.typetextopt_BR
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