Atenção Primária à Saúde e o manejo de doenças crônicas não transmissíveis: desafios e estratégias para hipertensão e diabetes na Amazônia

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Autor(es): dc.contributorRCMOS - Revista Científica Multidisciplinar o Saberpt_BR
Autor(es): dc.contributor.authorQueiroz Costa Carneiro, Larissa-
Data de aceite: dc.date.accessioned2025-12-29T22:42:31Z-
Data de disponibilização: dc.date.available2025-12-29T22:42:31Z-
Data de envio: dc.date.issued2025-12-29-
Fonte completa do material: dc.identifierhttps://submissoesrevistacientificaosaber.com/index.php/rcmos/article/view/1899-
identificador: dc.identifier.otherAPS e DCNT na Amazônia ribeirinhapt_BR
Fonte: dc.identifier.urihttp://educapes.capes.gov.br/handle/capes/1133843-
Resumo: dc.description.abstractAs Doenças Crônicas Não Transmissíveis (DCNT), especialmente a Hipertensão Arterial Sistêmica e o Diabetes Mellitus, configuram-se como importantes problemas de saúde pública, demandando estratégias contínuas de cuidado, acompanhamento e prevenção de complicações. No contexto amazônico, em especial nas comunidades ribeirinhas, o manejo dessas condições apresenta desafios adicionais relacionados às desigualdades territoriais, barreiras geográficas, limitações logísticas e fragilidades na organização dos serviços de saúde. Diante desse cenário, a Atenção Primária à Saúde (APS) assume papel estratégico na coordenação do cuidado, no acompanhamento longitudinal e na promoção da equidade. O presente estudo teve como objetivo analisar, por meio de revisão narrativa da literatura, as estratégias da APS voltadas ao manejo da hipertensão arterial sistêmica e do diabetes mellitus em comunidades ribeirinhas da Amazônia. A metodologia consistiu em revisão narrativa de publicações científicas e documentos normativos, selecionados em bases de dados eletrônicas e em fontes institucionais oficiais da área da saúde. Os resultados evidenciam elevada prevalência de subdiagnóstico, descontinuidade do cuidado e maior risco de complicações associadas às DCNT nesses territórios, bem como destacam a relevância de estratégias como busca ativa, territorialização, atuação dos Agentes Comunitários de Saúde, educação em saúde e autocuidado apoiado. Conclui-se que o fortalecimento da APS, com ações adaptadas às especificidades socioterritoriais das comunidades ribeirinhas, é fundamental para qualificar o cuidado às DCNT, reduzir internações evitáveis e promover maior equidade no acesso e nos desfechos em saúde.pt_BR
Tamanho: dc.format.extent531 KBpt_BR
Tipo de arquivo: dc.format.mimetypePDFpt_BR
Idioma: dc.language.isopt_BRpt_BR
Direitos: dc.rightsAttribution-NonCommercial-ShareAlike 3.0 Brazil*
Licença: dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/3.0/br/*
Palavras-chave: dc.subjectAtenção Primária à Saúdept_BR
Palavras-chave: dc.subjectDoenças Crônicas Não Transmissíveispt_BR
Palavras-chave: dc.subjectComunidades ribeirinhaspt_BR
Palavras-chave: dc.subjectAmazôniapt_BR
Título: dc.titleAtenção Primária à Saúde e o manejo de doenças crônicas não transmissíveis: desafios e estratégias para hipertensão e diabetes na Amazôniapt_BR
Tipo de arquivo: dc.typetextopt_BR
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