Ofidismo na Amazônia Brasileira: vigilância epidemiológica e Atenção Primária à Saúde como eixos da capacidade de resposta do SUS frente às mudanças ambientais (2020–2025)

Registro completo de metadados
MetadadosDescriçãoIdioma
Autor(es): dc.contributorRCMOS - Revista Científica Multidisciplinar o Saberpt_BR
Autor(es): dc.contributor.authorQueiroz Costa Carneiro, Larissa-
Data de aceite: dc.date.accessioned2025-12-29T22:59:04Z-
Data de disponibilização: dc.date.available2025-12-29T22:59:04Z-
Data de envio: dc.date.issued2025-12-29-
Fonte completa do material: dc.identifierhttps://submissoesrevistacientificaosaber.com/index.php/rcmos/article/view/1901-
identificador: dc.identifier.otherOfidismo, APS e crise climáticapt_BR
Fonte: dc.identifier.urihttp://educapes.capes.gov.br/handle/capes/1133822-
Resumo: dc.description.abstractOs acidentes ofídicos são um grave problema de saúde pública na Amazônia, influenciados por fatores socioambientais e desigualdades no acesso à saúde. Este estudo analisou o perfil epidemiológico desses agravos na Região Norte entre 2020 e 2025, sob a perspectiva da vigilância e da Atenção Primária à Saúde (APS). Realizou-se um estudo ecológico e descritivo com dados do SINAN, abrangendo variáveis demográficas, clínicas e temporais (dados de 2025 preliminares). Os resultados apontam heterogeneidade espacial, com maior concentração de casos no Pará, Amazonas e Tocantins. O gênero Bothrops predominou, seguido por Crotalus, Micrurus e Lachesis. Notou-se uma predominância de vítimas masculinas e um aumento das notificações até 2023. Identificou-se que as mudanças climáticas extremas, como as secas históricas de 2023-2024, alteraram a dinâmica ecológica local, intensificando processos de sinantropia. A degradação de habitats naturais e o estresse hídrico forçaram o deslocamento de serpentes para áreas antrópicas em busca de refúgio, elevando o risco de exposição humana. Embora a APS e o fortalecimento da Rede de Frio tenham otimizado o tempo de resposta, gargalos logísticos em áreas remotas persistem, agravados pela baixa navegabilidade dos rios em períodos críticos. Conclui-se que o ofidismo na Amazônia é um agravo estrutural exacerbado pela crise climática, demandando estratégias de vigilância resilientes que integrem a conservação ambiental à capacidade de resposta do SUS para mitigar as desigualdades territoriais e garantir a assistência oportuna.pt_BR
Tamanho: dc.format.extent837 KBpt_BR
Tipo de arquivo: dc.format.mimetypePDFpt_BR
Idioma: dc.language.isopt_BRpt_BR
Direitos: dc.rightsAttribution-NonCommercial-ShareAlike 3.0 Brazil*
Licença: dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/3.0/br/*
Palavras-chave: dc.subjectAcidentes ofídicospt_BR
Palavras-chave: dc.subjectAmazôniapt_BR
Palavras-chave: dc.subjectAtenção Primária à Saúdept_BR
Palavras-chave: dc.subjectVigilância em saúdept_BR
Título: dc.titleOfidismo na Amazônia Brasileira: vigilância epidemiológica e Atenção Primária à Saúde como eixos da capacidade de resposta do SUS frente às mudanças ambientais (2020–2025)pt_BR
Tipo de arquivo: dc.typetextopt_BR
Aparece nas coleções:Textos

Não existem arquivos associados a este item.

Este item está licenciado sob uma Licença Creative Commons Creative Commons