PRIMAVERA DAS MENINAS: ENCONTRO DOS FEMINISMOS COM AS ESCOLAS E PROPOSTAS PEDAGÓGICAS EM DIÁLOGO COM A SOCIOLOGIA.

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Autor(es): dc.contributorUniversidade Federal do Cearápt_BR
Autor(es): dc.contributor.authorOLIVEIRA, Anna Karina Cavalcante-
Data de aceite: dc.date.accessioned2025-12-03T13:12:36Z-
Data de disponibilização: dc.date.available2025-12-03T13:12:36Z-
Data de envio: dc.date.issued2025-12-03-
identificador: dc.identifier.other2025_dis_akcoliveira.pdfpt_BR
Fonte: dc.identifier.urihttp://educapes.capes.gov.br/handle/capes/1133155-
Resumo: dc.description.abstractEste estudo propõe uma abordagem sociológica e histórica analisando o papel do Movimento Estudantil, do feminismo e do ciberativismo, assim como iniciativas pedagógicas na luta contra o machismo nas escolas. O objetivo geral é problematizar as marcas do machismo estrutural nas escolas, e os objetivos específicos são: refletir sobre o papel da escola no enfrentamento ao machismo e a criação de materiais pedagógicos para promoção da equidade de gênero na escola. O texto destaca a onda de Ocupações de Escolas de 2015 e 2016, que teve a liderança de meninas e, junto ao ciberativismo, amplificou a força para a juventude estudantil. Nesse sentido, partimos de nossas experiências ao acompanhar como as lutas escolares se articularam com a criação de um Núcleo de Estudos de Gênero em 2015. Outro aspecto abordado na construção do trabalho foi o movimento #exposedfortal de 2020, que utilizou as redes sociais como ferramenta para denunciar assédios sexuais praticados por professores homens. Argumentamos que a escola é um espaço onde a violência de gênero persiste e que os feminismos, ao chegarem nas juventudes, podem visibilizar e transformar comportamentos abusivos. O estudo destaca os desafios e obstáculos no enfrentamento ao machismo no ambiente escolar, enfatizando as dificuldades em denunciar casos de assédio sexual na ouvidoria da Secretaria de Educação do Ceará (SEDUC), que devolve as denúncias para a gestão escolar, expondo as denunciantes, que passam a sofrer assédios morais. Por fim, o estudo apresenta duas propostas de intervenção pedagógica que vêm sendo aplicadas nas aulas de ciências humanas, articulando os olhares sociológico e histórico para as questões de gênero. A primeira, um projeto antiassédio de Não é Não, usando como referencial sociológico o carnaval debatendo as questões comportamentais de assédio e aspectos para sua identificação; e a segunda proposta pedagógica, é uma proposta que promove e visibiliza a presença de mulheres nos conteúdos curriculares de História, Filosofia e Sociologia, conforme a Lei 14.986/2024. Este estudo evidencia que a luta contra o machismo assume diversas formas no contexto escolar, desde a mobilização e organização das estudantes até a incorporação do conteúdo no espaço da sala de aula, destacando a responsabilidade escolar nesta árdua tarefa.pt_BR
Tamanho: dc.format.extent1,1mbpt_BR
Tipo de arquivo: dc.format.mimetypepdfpt_BR
Idioma: dc.language.isopt_BRpt_BR
Direitos: dc.rightsAttribution-NonCommercial 3.0 Brazil*
Licença: dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc/3.0/br/*
Palavras-chave: dc.subjectjuventudept_BR
Palavras-chave: dc.subjectfeminismopt_BR
Palavras-chave: dc.subjectmovimento estudantilpt_BR
Palavras-chave: dc.subjectciberativismopt_BR
Palavras-chave: dc.subjectintervenções pedagógicaspt_BR
Título: dc.titlePRIMAVERA DAS MENINAS: ENCONTRO DOS FEMINISMOS COM AS ESCOLAS E PROPOSTAS PEDAGÓGICAS EM DIÁLOGO COM A SOCIOLOGIA.pt_BR
Tipo de arquivo: dc.typetextopt_BR
Curso: dc.subject.courseMestrado Profissional de Sociologia em Rede Nacionalpt_BR
Área de Conhecimento: dc.subject.disciplineSociologiapt_BR
Vinculação:: dc.uab.SNuabpt_BR
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