Intelectualidade Negra Feminina: Decolonialidade, Resistência e Ensino de História

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Autor(es): dc.contributorUniversidade Federal do Rio de Janeiro-
Autor(es): dc.contributor.authorBAPTISTA, Claudia Therezinha de Paula Santos-
Data de aceite: dc.date.accessioned2025-08-14T16:12:30Z-
Data de disponibilização: dc.date.available2025-08-14T16:12:30Z-
Data de envio: dc.date.issued2025-
identificador: dc.identifier.otherIntelectualidade Negra Feminina: Decolonialidade, Resistência e Ensino de História-
Fonte: dc.identifier.urihttp://educapes.capes.gov.br/handle/capes/1001522-
Resumo: dc.description.abstractA presente dissertação para conclusão do curso de Mestrado Profissional em Ensino de História, tem por objetivo trabalhar com a questão racial, em particular a realidade de mulheres negras, dentro da perspectiva de uma educação antirracista. Visibilizar a produção intelectual de mulheres negras, numa proposta de valorização do saber negro, das narrativas negras, do protagonismo negro. Sendo as mulheres negras a base de uma sociedade hierarquizada, racista e machista, ressaltar as linhas cruzadas de opressões vivenciadas por elas: de gênero, de raça e de classe. Dialogando com autores que tratam do processo de colonização e a construção de relações hierárquicas entre seres humanos, construção que impôs a visão do colonizador, num processo de inferiorização dos colonizados. Assim como a colonialidade que persiste para além da existência de colônias formais. Ainda destacar a luta contra este processo de apagamento e subalternização e a construção do pensamento decolonial, como forma de afirmar a centralidade da perspectiva dos povos que foram colonizados e que reagem e sempre reagiram ao domínio do opressor. Também destacar o Ensino de História, interligando a produção da intelectualidade negra às práticas docentes e as conquistas concretas na educação, como as leis para inclusão da história africana e afro-brasileira nos currículos da educação básica e as diretrizes curriculares para a educação das relações étnico-raciais. Identificar o processo de tentativa de epistemicídio das populações dominadas, que tinha por objetivo a construção de uma única narrativa da história. O epistemicídio visto como uma forma de sequestro e assassinato da razão, anulando a negritude enquanto sujeito do conhecimento, com o propósito de inferiorizar intelectualmente o povo negro, criando um imaginário social a fim de naturalizar a subalternização de uns e a superioridade de outros. Em seguida centrar a análise na questão da intelectualidade negra feminina, numa perspectiva de representatividade, questão identitária, protagonismo e a percepção de que todos somos sujeitos históricos e sujeitos do conhecimento. Neste contexto, destacar a produção intelectual de duas mulheres negras: uma referência do feminismo negro latino-americano, Lélia Gonzalez e uma produção mais contemporânea, Grada Kilomba, que também reflete sobre os silenciamentos impostos a população negra e a urgência dessa população em ganhar voz. Apresento ainda minha proposição didática de uma produção coletiva de um audiovisual. Proposta a ser desenvolvida por meio de uma oficina com alunos do 3º ano do Ensino Médio, de uma escola estadual na zona oeste do Rio de Janeiro. Partindo da sensibilização sobre a temática, na construção do conhecimento coletivo, no estímulo a-
Tamanho: dc.format.extent1121KB-
Tipo de arquivo: dc.format.mimetypePDF-
Idioma: dc.language.isopt_BR-
Palavras-chave: dc.subjectProfhistória; Ensino de História ; Intelectuais negras ;Decolonialidade ; Protagonismo-
Título: dc.titleIntelectualidade Negra Feminina: Decolonialidade, Resistência e Ensino de História-
Tipo de arquivo: dc.typetexto-
Curso: dc.subject.courseMestrado Profissional em Ensino de História-
Área de Conhecimento: dc.subject.disciplineDISSERTAÇÃO-
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