Trajetória estilística do choro : o idiomatismo do violão de sete cordas, da consolidação a Raphael Rabello

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MetadadosDescriçãoIdioma
Autor(es): dc.contributorVolpe, Maria Alice-
Autor(es): dc.creatorBorges, Luís Fabiano Farias-
Data de aceite: dc.date.accessioned2021-10-14T18:18:24Z-
Data de disponibilização: dc.date.available2021-10-14T18:18:24Z-
Data de envio: dc.date.issued2010-04-06-
Data de envio: dc.date.issued2010-04-06-
Data de envio: dc.date.issued2008-11-20-
Data de envio: dc.date.issued2008-11-20-
Fonte completa do material: dc.identifierhttp://repositorio.unb.br/handle/10482/4070-
Fonte: dc.identifier.urihttp://educapes.capes.gov.br/handle/capes/628433-
Descrição: dc.descriptionDissertação (mestrado)—Universidade de Brasília, Instituto de Artes, Departamento de Música, 2008.-
Descrição: dc.descriptionEste trabalho visa a explorar os recursos estilísticos do violão de sete cordas no choro brasileiro. Após uma breve discussão acerca dos pioneiros do choro, que se justifica pelo repertório tradicional ao qual o violão de sete cordas se vincula, seguida de uma análise da contribuição violonística de Aníbal Augusto Sardinha, o Garoto, abordamos as modificações de ordem técnica e timbrística que ocorreram, sobretudo, ao longo da segunda metade do século XX no Brasil, com Dino Sete Cordas e Raphael Rabello. Considerados os maiores expoentes do referido instrumento, tiveram o choro como base musical e coadunaram recursos provenientes de outros gêneros, o que contribuiu sobremaneira para transformações organológicas e estilísticas do violão de sete cordas no choro. Tais transformações, as quais consubstanciaram um estilo de tocar, se tornam relevantes na medida em que diversos gêneros e estilos de música instrumental encontraram no choro o ponto de referência. Propomos ainda uma divisão da obra de Rabello em duas fases: a primeira concerne à fase acompanhadora, na qual predomina o estilo tradicional, anteriormente consolidado por Dino; e uma segunda fase, quando se observa uma valorização do repertório solista, cujos elementos virtuosísticos e possibilidades timbrísticas são transpostos para o estilo de acompanhamento de instrumentistas e cantores. Pouco explorados pelos violonistas de sua época, tais elementos evidenciam um estilo não-tradicional para a obra do violão de sete cordas solista de Rabello. As inovações estilísticas são mais bem compreendidas se contextualizadas pelos conceitos inseridos no âmbito das ciências sociais (hibridismo e tradição), os quais corroboram a hipótese de que os dois estilos supracitados coexistem pacificamente. Verifica-se, portanto, que a união de estilos em Rabello foi determinante para que o violonista se tornasse uma das principais referências do instrumento na atualidade e consolidasse o violão de sete cordas solista no Brasil. _______________________________________________________________________________ ABSTRACT-
Descrição: dc.descriptionThis work aims at exploring the stylistic resources of the seven string-guitar in the Brazilian choro. It presents a brief description of the pioneers of choro, which is justified due to the traditional repertoire which the seven-string guitar covers, followed by an analysis of Garotos (Aníbal Augusto Sardinha) guitar contribution, this research deals with the changes of technique and timbre that occurred, mainly during the second half of the 20th century in Brazil, with Dino Sete Cordas and Raphael Rabello. Considered the most important representatives of the seven-string guitar, these musicians had the choro as their musical basis and associated resources from other genres and styles, which strongly contribute to organological and stylistic changes concerning the instrument within the choro. These transformations, which consecrated a way of playing, were meaningful since many instrumental music genres and styles found their reference in the choro. Furthermore, we propose a division of Rabellos work in two periods: one of them refers to the accompaniment phase, which reflects mainly traditional features like those which were consolidated by Dino Sete Cordas; and the second one, when one notices an increasing number of solo pieces in his repertoire, whose virtuosic elements and timbre possibilities are transposed to the accompaniment style of the instrumentalists and singers. Little explored to his contemporaries, those elements make evident a nontraditional style in Rabellos seven-string guitar work. The stylistic innovations will be more comprehended if contextualized by concepts included in the social science field (hybridism and tradition), which underpin the assumption that both styles mentioned coexist peacefully. One verifies, therefore, that the union of styles in Rabello was determinant so that he could become one of the greatest references of the seven string-guitar nowadays.-
Formato: dc.formatapplication/pdf-
Direitos: dc.rightsAcesso Aberto-
Palavras-chave: dc.subjectMúsica popular-
Palavras-chave: dc.subjectChoro - música-
Palavras-chave: dc.subjectRabello, Rafael, 1962-1995-
Título: dc.titleTrajetória estilística do choro : o idiomatismo do violão de sete cordas, da consolidação a Raphael Rabello-
Título: dc.titleUma trajetória estilística do choro : o idiomatismo do violão de sete cordas, da consolidação a Raphael Rabello-
Tipo de arquivo: dc.typelivro digital-
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