Reações comportamentais de crianças frente ao tratamento odontológico : relação entre medidas objetivas e medidas subjetivas

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MetadadosDescriçãoIdioma
Autor(es): dc.contributorBezerra, Ana Cristina Barreto-
Autor(es): dc.contributorPrado, Alessandra Maia C.-
Autor(es): dc.creatorGomes, Samara dos Santos Rodrigues-
Data de aceite: dc.date.accessioned2021-10-14T17:51:48Z-
Data de disponibilização: dc.date.available2021-10-14T17:51:48Z-
Data de envio: dc.date.issued2014-01-28-
Data de envio: dc.date.issued2014-01-28-
Data de envio: dc.date.issued2014-01-28-
Data de envio: dc.date.issued2013-
Fonte completa do material: dc.identifierhttp://repositorio.unb.br/handle/10482/15045-
Fonte: dc.identifier.urihttp://educapes.capes.gov.br/handle/capes/617991-
Descrição: dc.descriptionTese (doutorado)—Universidade de Brasília, Brasília, Faculdade de Ciências da Saúde, Programa de Pós-Graduação em Ciências da Saúde, 2013.-
Descrição: dc.descriptionDurante a infância, o ambiente e os procedimentos odontológicos podem ser fontes de ansiedade e estresse, influenciando de forma considerável o comportamento das crianças e representando uma barreira ao atendimento odontológico. Dessa forma, alterações de comportamento no ambiente odontológico têm sido estudadas extensivamente para possibilitar ao profissional adequações durante o atendimento que resultem em consultas mais amenas. Objetivo. Verificar as reações comportamentais da criança frente à primeira visita ao dentista, analisando e comparando as mudanças fisiológicas, por meio de medidas objetivas (nível de cortisol e alfa-amilase salivar, pressão arterial e frequência cardíaca) com as mudanças psicológicas, por meio de medidas subjetivas (escalas VPT modificada e DAS) e por meio do comportamento (Escala Comportamental de Frankl). Método. Foram selecionadas trinta e duas crianças consideradas saudáveis, sem manifestações clínicas de problemas buco-dentários que pela primeira vez iriam comparecer ao consultório odontológico. Todas as variáveis foram coletadas e avaliadas em quatro momentos: no domicilio da criança (na semana anterior ao atendimento), antes, imediatamente após e 20 minutos decorridos do procedimento odontológico (profilaxia dentaria). Os dados foram analisados por meio de analise de variância, teste Scott-Knott e teste qui-quadrado. Resultados. Os resultados mostraram que a pressão arterial sistólica (PAS) na primeira visita da criança ao dentista (102,7 mmHg), antes atendimento (AA), foi significativamente mais elevada do que a pressão arterial sistólica aferida em domicílio (92,1 mmHg). Na frequência cardíaca as médias avaliadas pela análise de variância, no domicilio (92 bpm), antes do primeiro atendimento (98 bpm) e depois (101 bpm) não diferiram estatisticamente entre si. Os níveis de cortisol antes da primeira consulta ao dentista (AA) (0,205 μg/dl; SD±0,167) foram significativamente maiores (p = 0,0001), do que depois (DA) (0,134 μg/dl; SD±0,071). Os níveis de alfa-amilase aumentaram gradativamente quando avaliados no domicilio, antes e depois do atendimento odontológico. Na avaliação da ansiedade utilizando-se a escala VPT, das 32 (100%) crianças do estudo, 17 (53%) se apresentaram sem ansiedade, 6 (19%) com baixo nível de ansiedade e 9 (28%) com moderado nível de ansiedade. Utilizando-se a escala DAS, dos 32 (100%) responsáveis avaliados, 9 (28%) apresentaram baixo nível de ansiedade, 14 (44%) Na comparação entre o nível de ansiedade das crianças, medido pela escala VPT e o nível de ansiedade dos responsáveis, medido pela escala DAS, os dados mostraram que o nível de ansiedade dos pais foi maior e estatisticamente significante (p=0,01), quando comparado ao nível de ansiedade das crianças. Na associação entre as medidas objetivas (cortisol e alfa-amilase) e a escala comportamental de Frankl, não houve diferença estatisticamente significante entre os níveis de cortisol salivar e de alfa-amilase das crianças classificadas em comportamento definitivamente negativo, negativo, positivo e definitivamente positivo, embora os níveis tenham diminuído progressivamente. Conclusão. De acordo com os resultados e as condições metodológicas ficou demonstrado que a primeira visita ao dentista pode gerar mudanças fisiológicas e que na comparação entre medidas objetivas e subjetivas resultados semelhantes, para um determinado comportamento da criança no ambiente odontológico, foram encontrados. _______________________________________________________________________________________ ABSTRACT-
Descrição: dc.descriptionThe environment and dental procedures during childhood can be sources of anxiety and stress, influencing considerably the behavior of children and represents a barrier to dental care. Thus behavioral changes in the dental environment have been studied extensively to enable the professional adjustments during the service that result in milder queries. Objective. Check the behavioral reactions of the child to face first visit to the dentist analyzing and comparing physiological changes, by means of objective measures (salivary cortisol and alpha- amylase, blood pressure and heart rate) with the psychological changes, through measures subjective (modified VPT and DAS scales) and through behavior (Frankl Behavior Scale). Method. Thirty-two children were selected to be healthy, with no clinical manifestations of bucco- dental problems that would first attend the dental office. All variables were recorded and evaluated at four time points: at the domicile of the child (in the week prior to attendance) before, immediately after and 20 minutes into the dental procedure (dental prophylaxis). Data were analyzed using analysis of variance, Scott - Knott test and chi - square test. Results. The results showed that systolic blood pressure (SBP) in the child's first visit to the dentist (102.7 mmHg ) before treatment (BT) was significantly higher than the systolic blood pressure measured at home (92.1 mmHg). Heart rate averages evaluated by variance analysis, in the household (92 bpm), before primary care (98 bpm) and after (101 bpm) did not differ statistically. Cortisol levels before your first visit to the dentist (BT) (0,205 mg / dl, SD ± 0.167) were significantly higher (p = 0.0001) than after (AT) (0.134 mg / dl, SD ± 0.071). The levels of alpha- amylase increased gradually when evaluated in the home before and after dental treatment. In assessing anxiety using the VPT scale of 32 (100 %) children in the study, 17 (53 %) presented without anxiety, 6 (9 %) with low levels of anxiety and 9 (28 %) with moderate level anxiety. Using the scale DAS of 32 (100 %) charge assessed, 9 (28 %) had low anxiety levels, 14 (44 %) in the comparison between the level of anxiety in children, as measured by VPT scale and level of anxiety those responsible, measured by the DAS scale, the data showed that the level of parental anxiety was higher and statistically significant (p = 0.01) compared to the level of anxiety in children. In the association between objective measures (cortisol and alpha-amylase) and the behavioral scale Frankl, no negative positive statistically significant difference between the levels of salivary cortisol and alpha- amylase of children classified as definitely negative behavior, and definitely positive, although levels have gradually decreased. Conclusion. According to the results and methodological conditions demonstrated that the first visit to the dentist can produce physiological changes and the comparison between objective and subjective measures similar results for a particular child's behavior in the dental environment were found.-
Formato: dc.formatapplication/pdf-
Direitos: dc.rightsAcesso Aberto-
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Palavras-chave: dc.subjectAnsiedade nas crianças-
Palavras-chave: dc.subjectTratamento dentário-
Palavras-chave: dc.subjectComportamento - avaliação - crianças-
Palavras-chave: dc.subjectOdontopediatria-
Título: dc.titleReações comportamentais de crianças frente ao tratamento odontológico : relação entre medidas objetivas e medidas subjetivas-
Tipo de arquivo: dc.typelivro digital-
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