Essays on sectoral interconnections, technical change and economic growth

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Autor(es): dc.contributorAraújo, Ricardo Silva Azevedo-
Autor(es): dc.creatorAntunes, Theo Santini-
Data de aceite: dc.date.accessioned2021-10-14T17:47:14Z-
Data de disponibilização: dc.date.available2021-10-14T17:47:14Z-
Data de envio: dc.date.issued2021-03-26-
Data de envio: dc.date.issued2021-03-26-
Data de envio: dc.date.issued2021-03-26-
Data de envio: dc.date.issued2020-11-26-
Fonte completa do material: dc.identifierhttps://repositorio.unb.br/handle/10482/40340-
Fonte: dc.identifier.urihttp://educapes.capes.gov.br/handle/capes/616221-
Descrição: dc.descriptionTese (doutorado)—Universidade de Brasília, Faculdade de Administração, Contabilidade, Economia e Gestão de Políticas Públicas, Departamento de Economia, Brasília, 2020.-
Descrição: dc.descriptionEsta tese é composta por três capítulos organizados como três artigos independentes, mas interligados por uma linha comum. O objetivo de pesquisa dos três capítulos compreende o estudo da mudança estrutural e da interconexão entre os setores do sistema econômico e seu impacto no crescimento da produtividade e no crescimento econômico. Para tanto, o primeiro capítulo estuda o modelo de crescimento desbalanceado de Baumol (1967) usando um arcabouço Pasinettiano de mudança estrutural. Dessa forma, seguindo a contribuição de Notarangelo (1999), mostra-se que o modelo de dois setores de Baumol pode ser visto como um caso especial do modelo Pasinettiano de mudança estrutural [Pasinetti (1981, 1993)]. Ademais, segue-se a sugestão de Notarangelo (1999), e o modelo é estendido para um número arbitrário de setores. Com efeito, é possível aferir sob quais hipóteses setoriais de oferta e demanda os resultados de Baumol se mantém válidos. Por fim, seguindo a pesquisa de Oulton (2001), é incluída no modelo a presença de bens intermediários, o que pode reverter as conclusões do modelo, como estagnação econômica e de produtividade. Além disso, mostra-se que o modelo de Oulton (2001) também pode ser visto como um caso particular do modelo Pasinettiano. O segundo capítulo é composto por uma investigação empírica sobre a taxa de crescimento da produtividade setorial e agregada da economia brasileira entre 2000 e 2014. Para tanto, usa-se o método da agregação de Domar [Jorgeson et al. (1987), Hulten (2009)], que afere os efeitos diretos e indiretos da variação da produtividade de cada setor para a economia como um todo. Considerando a economia agregada, conclui-se que a densidade, ou grau de interconexão entre os setores da economia brasileira decresce a partir da crise de 2008, o que implica em uma diminuição do potencial do canal indireto de progresso técnico. Com relação aos três macro setores – indústrias manufatureiras, indústrias primárias e serviços – o setor com maior avanço de produtividade médio foi o setor primário, entretanto este setor possui baixa densidade e, portanto, pouco potencial de espalhar seu crescimento positivo para o restante da economia. O setor manufatureiro, embora tenha sido o setor com maior grau de interconexão e potencial propagador, apresentou taxas de crescimento de produtividade média negativa no período, propagando, portanto, decrescimento de produtividade. O setor de serviços, por seu turno, apresentou resultados intermediários, com baixo crescimento médio da produtividade e densidade relativamente alta. Finalmente, no terceiro e último capítulo, partimos do modelo de mudança estrutural de setores verticalmente integrados com crescimento desigual de Pasinetti (1988), que tem inspiração sraffiana, mas permite que os setores cresçam em taxas diferentes. Com efeito, modificamos a hipótese convencional de que os coeficientes de trabalho são fixos, de modo que a mudança técnica das indústrias afeta o crescimento da produtividade dos setores verticalmente integrados de forma explícita. Isso representa uma derivação formal que leva em consideração as críticas de autores como Schefold (1987), Lavoie (1997) e Hagemann (2007). Eles argumentam que a produtividade dos setores verticalmente integrados não deve ser vista como independente uma da outra, uma vez que o crescimento da produtividade ocorre no nível das indústrias. Nesse sentido, construímos uma medida formal de crescimento da produtividade setorial em que o crescimento da produtividade do trabalho que advém das indústrias afeta os setores verticalmente integrados que as compõem. Essa medida de crescimento da produtividade também pode ser considerada como um substituto do inverso do máximo autovalor do sistema Sraffiano, que não é mais válido no caso de crescimento desigual entre os setores. Além disso, derivamos uma equação para a taxa de crescimento dos preços dos setores verticalmente integrados de tal modo que os preços aumentem de maneira inversamente proporcional ao progresso técnico setorial.-
Descrição: dc.descriptionCoordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES).-
Descrição: dc.descriptionThis thesis is composed by three chapters organized as three independent articles, though interconnected by a common line. The aim of this investigation comprises the study of structural change and sectoral interconnection of the economic system and its impact on productivity and economic growth. To achieve such task, the first chapter studies Baumol's (1967) unbalanced growth model using a Pasinettian framework of structural change. Thus, following the contribution of Notarangelo (1999), it is shown that Baumol's two-sector model can be seen as a particular case of the Pasinettian model of structural change [Pasinetti (1981, 1993)]. Furthermore, following the suggestion laid by Notarangelo (1999) the model is extended to an arbitrary number of sectors. Indeed, it is possible to assess under which sectorial assumptions of supply and demand Baumol's results remain valid. Finally, following Oulton's (2001) investigation, the presence of intermediate goods is included in the model, which can reverse the model's conclusions, such as economic and productivity stagnation. In addition, it is shown that Oulton’s (2001) model can also be seen as a particular case of the Pasinettian model. The second chapter consists of an empirical investigation on the growth rate of the sectoral and aggregate productivity of the Brazilian economy between 2000 and 2014. To do so, the Domar aggregation method is used [Jorgeson et al. (1987), Hulten (2009)], which measures the direct and indirect effects of the productivity change of each sector for the economy as a whole. Considering the aggregate economy, it is concluded that the density, or degree of interconnection between the sectors of the Brazilian economy, has decreased since the 2008 crisis, which implies a decrease in the potential of the indirect channel of technical progress. Regarding the three main macro sectors - manufacturing industries, primary industries and services - the sector with the highest average productivity advance was the primary sector, however this sector has low density and, therefore, little potential to spread its positive growth to the rest of the economy. The manufacturing sector, although it was the sector with the highest degree of interconnection and potential for spreading productivity, presented negative average productivity growth rates in the period, thus propagating a decrease in productivity. The service sector, in turn, presented intermediate results, with low average growth in productivity and relatively high density. Finally, in the third and last chapter, we start from the Pasinetti’s (1988) structural change model of vertically integrated sectors with uneven growth, that has Sraffian inspiration, but allows the sectors to grow at different rates. The conventional hypothesis that the labour coefficients are fixed is modified, in such a way that the technical change from the industries affects the productivity growth of the vertically integrated sectors in an explicit and formal way. This represents a formal derivation that takes into account the criticisms of authors such as Schefold (1987), Lavoie (1997) and Hagemann (2007). They argue that the productivity of vertically integrated sectors should not be seen as being independent from one another, since productivity growth takes place from the industries level. In this vein, we deliver a formal measure of sectoral productivity growth, in which the labour productivity growth that accrues from the industries affects the vertically integrated sectors composed by them. This measure of productivity growth can be also considered as a substitute for the inverse of the maximum eigenvalue of the Sraffian system, which is no longer valid in the case of uneven growth among sectors. In addition, an equation for the price growth rate of vertically integrated sectors is derived, in such a way that prices rise inversely in proportion to technical progress.-
Formato: dc.formatapplication/pdf-
Direitos: dc.rightsAcesso Aberto-
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Palavras-chave: dc.subjectInsumos intermediários-
Palavras-chave: dc.subjectMudança estrutural-
Palavras-chave: dc.subjectCrescimento desbalanceado-
Palavras-chave: dc.subjectIntegração vertical-
Título: dc.titleEssays on sectoral interconnections, technical change and economic growth-
Tipo de arquivo: dc.typelivro digital-
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