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  <title>DSpace Communidade: Mestrado Profissional em Ensino de História.</title>
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  <subtitle>Mestrado Profissional em Ensino de História.</subtitle>
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  <updated>2026-07-28T04:33:55Z</updated>
  <dc:date>2026-07-28T04:33:55Z</dc:date>
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    <title>A Inclusão de Estudantes com Altas Habilidades ou Superdotação na Aprendizagem de História</title>
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      <name>Magalhães, José Romildo</name>
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    <updated>2026-07-22T06:23:02Z</updated>
    <published>2026-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: A Inclusão de Estudantes com Altas Habilidades ou Superdotação na Aprendizagem de História
Autor: Magalhães, José Romildo
Resumo: Esta dissertação aborda a inclusão de estudantes com Altas Habilidades ou&#xD;
Superdotação (AHSD) na aprendizagem de História, considerando que esses estudantes&#xD;
ainda permanecem invisibilizados em grande parte das escolas brasileiras em razão do&#xD;
desconhecimento conceitual, da insuficiente formação docente e da permanência de&#xD;
concepções reducionistas acerca da inteligência e da superdotação. A pesquisa tem como&#xD;
objetivo geral refletir sobre possibilidades de identificação e inclusão de estudantes com&#xD;
AHSD na aprendizagem de História. Para tanto, analisa aspectos históricos, conceituais,&#xD;
legais e pedagógicos das AHSD, articulando-os às especificidades epistemológicas da&#xD;
aprendizagem histórica e à construção de práticas inclusivas no ensino de História. A&#xD;
pesquisa apoia-se em referenciais da Educação Especial, das AHSD e da aprendizagem&#xD;
histórica. Metodologicamente, trata-se de uma pesquisa qualitativa, de natureza&#xD;
bibliográfica e documental, realizada por meio de análise documental de legislações,&#xD;
políticas públicas, documentos institucionais e produções acadêmicas relacionadas às&#xD;
AHSD e à aprendizagem de História, incorporando também reflexões oriundas da&#xD;
experiência profissional do pesquisador como professor de História e gestor escolar. A&#xD;
dissertação discute mitos, estereótipos e práticas escolares que reforçam a invisibilidade&#xD;
de estudantes com AHSD, defendendo uma compreensão mais ampla de inteligência,&#xD;
criatividade e potencial humano. Sustenta-se que a aprendizagem de História constitui&#xD;
um campo favorável à identificação e ao desenvolvimento desses estudantes, pois&#xD;
mobiliza interpretação, argumentação, análise crítica de fontes, pensamento temporal e&#xD;
produção de narrativas. Também apresenta identificação de estudantes com AHSD e&#xD;
formas de atendimento de suas necessidades educacionais. Como contribuição da&#xD;
pesquisa, foi elaborado o Instrumento de Observação e Identificação de Indicadores de&#xD;
Altas Habilidades ou Superdotação na Aprendizagem de História (IOIAHSD-Hist) e&#xD;
produzido o “Guia de Orientações e Atividades Didáticas para a Inclusão de Estudantes&#xD;
com Altas Habilidades ou Superdotação na Aprendizagem de História”, voltado ao&#xD;
enriquecimento curricular e às práticas inclusivas na aprendizagem de História.</summary>
    <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>A luta contra o racismo nas aulas de história: o futebol como ferramenta pedagógica</title>
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      <name>Borges, Gabriel Ferreira</name>
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    <updated>2026-07-22T06:23:06Z</updated>
    <published>2026-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: A luta contra o racismo nas aulas de história: o futebol como ferramenta pedagógica
Autor: Borges, Gabriel Ferreira
Resumo: Esta dissertação investiga as relações entre o ensino de História e o futebol analisando seu potencial como recurso pedagógico para a construção de uma educação antirracista. A pesquisa fundamenta-se na compreensão do futebol como um fenômeno social e histórico relevante, capaz de articular os conteúdos curriculares às experiências culturais dos estudantes. A proposta central envolve a elaboração e análise de uma oficina pedagógica que utiliza o esporte para problematizar manifestações históricas e contemporâneas do racismo, evidenciando-o como uma questão estrutural. A reflexão sobre a prática docente demonstra que essa abordagem, além de enfrentar desafios éticos e pedagógicos, consolida-se como uma estratégia metodológica potente para promover aprendizagens críticas e formar cidadãos conscientes sobre a equidade racial.</summary>
    <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Iniciação à pesquisa histórica como ferramenta antirracista no ensino fundamental II</title>
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      <name>Tomasoni, Maria Luciene Pereira de Brito</name>
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    <updated>2026-07-22T06:23:18Z</updated>
    <published>2026-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Iniciação à pesquisa histórica como ferramenta antirracista no ensino fundamental II
Autor: Tomasoni, Maria Luciene Pereira de Brito
Resumo: Esta pesquisa investiga a iniciação à pesquisa histórica e o letramento racial como estratégias pedagógicas no enfrentamento do racismo linguístico e comportamental no Ensino Fundamental. Parte-se do reconhecimento de que a linguagem é um dos principais instrumentos de reprodução de desigualdades e, portanto, de que expressões naturalizadas no cotidiano escolar carecem de problematização histórica na Educação Básica. Diante dessa lacuna, o objetivo central consistiu em analisar de que maneira a articulação entre iniciação à pesquisa histórica e letramento racial poderia contribuir para enfrentar essas práticas no cotidiano escolar. Metodologicamente, realizou-se uma pesquisa qualitativa, do tipo relato de experiência, na qual se articularam procedimentos como a observação participante, o registro em caderno de campo e a análise das produções estudantis, por meio da triangulação de dados. A análise dos dados indica indícios de fortalecimento da consciência histórica e do protagonismo discente por meio desta pesquisa. Além disso, esse processo abre caminho para que termos discriminatórios sejam reconhecidos e ressignificados pelos estudantes em suas realidades. Como desdobramento prático, apresenta-se um produto educacional em formato de manual, o qual sistematiza a sequência didática com o uso de recursos interdisciplinares e fichas de crítica documental, com vistas a instrumentalizar a prática docente e a assegurar a replicabilidade da proposta em diferentes contextos escolares.</summary>
    <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Subvertendo o silêncio: o protagonismo feminino na ditadura militar e os descaminhos do material didático em Campo Novo do Parecis-MT</title>
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      <name>Oliveira, Josiane Sousa de</name>
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    <id>http://educapes.capes.gov.br/handle/capes/1181030</id>
    <updated>2026-07-22T06:23:26Z</updated>
    <published>2026-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Subvertendo o silêncio: o protagonismo feminino na ditadura militar e os descaminhos do material didático em Campo Novo do Parecis-MT
Autor: Oliveira, Josiane Sousa de
Resumo: Este trabalho investiga as lacunas e os silenciamentos nos materiais didáticos de História utilizados no estado de Mato Grosso, no que tange à participação feminina na resistência à ditadura militar brasileira. A pesquisa parte da crítica à “história única”, discutida por Chimamanda Adichie (2019), a fim de questionar a narrativa oficial que frequentemente relega as mulheres à invisibilidade. No primeiro capítulo, estabelece-se o debate teórico sobre gênero e a inserção das mulheres na história, utilizando as perspectivas de Joana Pedro (2011), Mary Del Priore (2020) e Patricia Hill Collins (2020), articuladas às análises de Marcos Napolitano (2024) e Marcelo Ridenti (1990) sobre o período ditatorial. No segundo capítulo, realiza-se um diagnóstico crítico do livro didático de Gilberto Cotrim (coleção 2018-2020) e dos materiais estruturados da Fundação Getulio Vargas (FGV), adotados em Mato Grosso (2022-2024), de modo a evidenciar a persistente invisibilidade feminina nessas narrativas. Ademais, a problemática é aprofundada mediante a análise da consciência histórica discente, a qual revela a percepção dos(as) estudantes frente a tais ausências. Diante desse cenário, e fundamentado nos conceitos de memória de Michael Pollak (1992), na história das sensibilidades de Margareth Rago (2013), e no pensamento de bell hooks (2024) e de Grada Kilomba (2019), o terceiro capítulo apresenta a aula-oficina como metodologia para subversão do silêncio. Baseada em Isabel Barca (2004), Marlene Cainelli (2011) e Ana Squinelo (2024), a proposta metodológica utiliza fontes e trajetórias discutidas por Renata Meirelles (2011), Marta Rovai (2013) e Ary Cavalcanti Junior (2024). A pesquisa culmina na proposição de um produto educacional que transcende a mera transmissão de conteúdos, uma vez que visa converter a sala de aula em um laboratório de investigação e reparação histórica. Ao confrontar o “silêncio das fontes” por meio de metodologias ativas e do uso de narrativas biográficas, a proposta possibilita que os(as) educandos(as) desenvolvam uma consciência histórica crítica e empatia, reconhecendo o protagonismo das mulheres como pilar indispensável da resistência e da construção democrática. Outrossim, este trabalho oferece subsídios teóricos e práticos para que o ensino de História atue como uma ferramenta de justiça reparatória e devolva às mulheres o lugar de sujeitas ativas na memória coletiva nacional.</summary>
    <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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